Marlene Constantino

Cada pedacinho de sonhos guardados, quando tocados renascem, voam como borboletas

Áudios

POEIRA NOS OLHOS
Data: 25/03/2016
Créditos:

Texto: POEIRA NOS OLHOS - Marlene Constantino
Voz: Marcos Sergio T. Lopes
Editor: Média Player
Copyright © 2016. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Arte Imagem: Rita Lopes

POEIRA NOS OLHOS
Marlene Constantino

Como o apagar das velas o sol se vai,
mais um pouco o olhar da lua.
Nem começo nem fim, talvez um meio
de satisfazer os caprichos da vida.

Como dormir e acordar
respirar pra não morrer de tédio.
Eu não termino em ti, nem tu em mim
mas sei, andamos perdidos nos vãos de nós
entre a poeira e a luz.

Parece louco o pensamento,
mas é como se fosse um labirinto
e fazemos o jogo dos contrários.

Precisamos nos perder para nos encontrar.
Fechar os olhos para amar.
Começar para terminar... Viver para morrer.
E se me perder de mim e me encontrar em ti?
Será que isto já não é certo?

Sabe-se lá quantos olhos tem os luares?
Não...não posso me perder de ti...
de desgosto também se morre.
Contemplo o espaço, escondo o cenário
para não te ver no mundo da lua
e não chorar.
14/11/2009
Enviado por Marlene Constantino em 13/07/2015

Copyright © 2015. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Comentários



Site do Escritor criado por Recanto das Letras